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Gosto de andar por aí.
Desço as escadas a correr,
salto os degraus dois a dois
e num instante entro na rua.
Na rua não há tecto. Sopra o vento.
Às vezes chove, às vezes faz sol.
Na rua não há paredes. Há estradas, muros e lugares,
mas o mundo é enorme (acho que não tem fim).
"andar por ai" planeta tangerina, 2009
texto: Isabel Minhós Martins
ilustração: Madalena Matoso
5 comentários:
num conhecia esse texto, mas acho o mundo enorme, sem fim tal como.
bons dias
li este poema agora, com a "boble" da hanne hukkelberg a crescer... pareceu que por um pouco o mundo se congregou num sorriso bom, a manter.
que bonito mesmo.
é pena o mundo ter fim.... :(
Belo texto, mas é "num estante" ou "num instante"?
num instante...
erro meu erro meu... existe alguém mais distraído do que eu...
obrigado José E.L.
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