Francis Picabia [ F. Picabia por F. Picabia ] 1903"Fazer amor não é moderno; no entanto, ainda é do que eu mais gosto."
Francis Picabia
Luís Miguel Nava [ rebentação ] & etc, 1984
Egon Schiele [ auto-retrato ] 1910
Wilma Stockenström [ viagem ao baobá ] assírio & alvim, 2007
João de Deus [ criptinas ] & etc, 1981
ALEXANDER SOKUROV é um cineasta russo que diz não gostar de cinema. Afirmação surpreendente para quem define a própria vida em função de uma obra abundante em numero de filmes realizados, mais de trinta, trasbordante em preocupações morais, éticas e estéticas. É um facto que prefere não falar muito de cinema, que vê pouco cinema. Será um dos seus segredos e por definição os segredos não se revelam. Em 1997, MÃE E FILHO, um dos mais secretos filmes contemporâneos, oitava longa metragem de ficção da sua filmografia, consagra-o como os mais importante cineasta russo da actualidade. Se, como ele próprio afirma, as pessoas têm uma ideia extremamente simples e sumária do visível, é a desvendá-lo que dedica os seus filmes.





[ SIÃO ] frenesi, 1987
Roy Lichtenstein [ crying girl ] 1963
Alexandre O'Neill [ feira cabisbaixa ] Sá da Costa editora, 1979
Paul Rachman [ American Hardcore ] 2006

Paul Éluard [ Algumas das palavras ] Dom Quixote, 1977
Aldina [ António José Forte ]

Já não é a primeira, nem tão pouco a segunda vez que a noticia de uma biografia de Alexandre O’Neill é feita em jornais e revistas do meio literário, e mais tarde adiado o lançamento sem qualquer justificação, mas ao que parece é desta que a coisa vai para a frente, ou pelo menos assim nos é dado a conhecer no muito recente site da editora Dom Quixote, o livro será apresentado por Inês Pedrosa 4ª Feira (7 de Fevereiro) às 21:00, na CERVEJARIA DA TRINDADE em Lisboa.

René Magritte [ time transfixed ] 1938

Hans Bellmer, 1960