fui ali mas volto já...



APRESENTAÇÃO DO LIVRO



MANUEL TEIXEIRA GOMES – OFÍCIO DE VIVER
Coordenação de Maria da Graça A. Mateus Ventura
Autores: Ana Cristina Oliveira, Jorge Afonso, José Pacheco, Maria da Graça A. Mateus Ventura, Mário Machado Fraião, Paulo Girão.
Edição Tinta da China / ICIA
Auditório do Museu de Portimão, 27 de Maio, 18.30h

A cultura portuguesa deve ao mais singular dos viajantes portugueses do final do século XIX e primeira metade do XX o reconhecimento da coerência ética, enquanto político, e do legado literário, enquanto escritor. «Excepcionalmente precoce na visão do amor e da política», Manuel Teixeira Gomes preservou sempre a independência das suas convicções e da sua acção cívica. Optou por viver no mundo árabe os últimos dez anos da sua vida, numa atmosfera que lhe era familiar desde a infância no Algarve. Ateu impenitente, deslumbrava-se com a arte religiosa, quer fosse islâmica, quer fosse cristã. Era a arte acima de todas as divergências e conflitos que lhe importava. O seu culto pagão à natureza e à beleza não era compatível com o ruído causado pela discórdia. A sua sensualidade não distinguia raças nem culturas. A beleza do corpo era imune à pobreza, à riqueza, à raça. Conhecera povos muito diferentes, aprendera a reconhecer-lhes a idiossincrasia.
A diversidade cultural encantava-o e pela vertigem cosmopolita da sua vida e da sua obra perpassa uma mensagem de diálogo intercultural que o Instituto de Cultura Ibero-Atlântica, associação cultural sediada na sua terra natal, adopta justamente como tributo à sua memória.


A Direcção


Instituto de Cultura Ibero-Atlântica
Casa das Artes
Urbanização de Santo Expedito
8500 Portimão
telef. 962514062

[ Tokyo! (Bong Joon-ho) ] 2008


«Olhei à volta e senti que vivia no lugar que eu próprio escolhera.»

Herberto Helder, in "Os passos em volta" assírio & alvim, 2001

dia 21 Vergílio 2 em 1...


Vergílio Ferreira "A curva de uma vida, edição crítica","A curva de uma vida" quetzal, 2010

mesmo mesmo a sair...


Nesta edição reúnem-se num único volume, e pela primeira vez, todos os contos que Flannery O’Connor foi publicando, de forma dispersa, em revistas literárias. Alvo de rasgados elogios e de múltiplos prémios, estes contos percorrem toda a carreira literária desta importante autora. Com esta publicação conclui-se a tradução integral para língua portuguesa da sua obra ficcional.

Flannery O’Connor "O gerânio" cavalo de ferro, 2010
trad. Luís Coimbra