NEM SEMPRE
Nem sempre amamos
com palavras vorazes.
Beijei-te uma vez no mar
porque precisava de silêncio
e tu julgaste em outros beijos
de emudecer o mesmo gosto.
E quando na boca o tempo
murchou as flores,
morremos sem mostrar
contentamento.
Paulo Jorge Fidalgo, in "síntese poética da conjuntura" hiena, 1993
imagem de Lorenzo Mattotti
parabéns pelo blog =) gosto muito!
ResponderEliminar=)**
um café,
ResponderEliminarsem açucar.
e para respirar depois.
Muito bonito este poema de beijos desencontrados
ResponderEliminarobrigado NI-TA, e também pela visita.
ResponderEliminarum café sem açucar também é bom ...
pois é!!!
ResponderEliminareste
mais...ainda