O INFINITO
Gostava de passar pela experiência de um desses espelhos em frente dos quais um outro é colocado - sentir a minha imagem multiplicar-se por mim dentro até ao infinito. Porque é isto justamente o infinito - o interior de um espelho em face do qual outro foi posto. Sempre que dois espelhos amorosamente se interpelam, qualquer deles, incorporando o outro, o atravessa e, carregando-o consigo, se coloca, perfilado e atento, do outro lado.
Luís Miguel Nava, in "rebentação"

Orson Welles & Rita Hayworth, em A Dama de Shanghai, de Orson Welles de 1948 (correcção) Foto de Bob Coburn.
ResponderEliminarTambem sinto uma fascinação por esta foto obrigado.
De resto, gosto do teu blog, parabens